In these most interesting days we now live in, we find ourselves questioning the very basis for our way of life. Oh, not whether our present life and our future plans were really ever worthwile, but simply whether or not they are tenable. Some find their great master plans unravelling, some others find that even the simple plans, the mere enjoyment of an ordinary human life - or what in the West we came to call normal, in our once privileged cocoon - become suddenly tenuous at best. A friend tells me that the future will be a time for re-embracing mysticism - I shudder at the thought. I agree however that the future may be a time to retreat within - but not to Religion, to astrology, to witch doctors, to "belief", that most primitive human pharmacology, but to those things that we can really rely on and don't require too much of a financial burden: rational thought, philosophy, the pleasures of the flesh, and, last but never least, the box of crayons.
A skydive from 16000ft lasts only one minute. In that precious time you can screw up in a hundred different ways. There are a thousand different ways to screw up a drawing in one minute, and this is a catalog of a few. I shall draw you on the beaches, on the landing grounds and on the hills, and I shall never surrender. And you will comment on how "Meh, it's ok but it doesn't really look much like me", 'cause everyone's a critic, goddamit!
Friday, November 26, 2010
Sunday, November 14, 2010
Tuesday, October 26, 2010
Process
1- mechanical pencil 0.5mm 2B on 15x19cm paper.
2-Sakura brush + sakura 0.05 + white gel pen
3-Watercolor+lousy scan+photoshop
Sunday, October 17, 2010
Watercolor portrait 16/10/10
Lately I've been taking my watercolors with me everywhere. With a pentel brushpen for black ink and another one filled with water I can get a quick impression that looks much better than my usual graphite studies. I find, however, that a graphite study teaches me more; it is a colder, more disciplined approach. But it looks poorer, and now that the world is getting poorer all around, I guess I need to contribute some richesses to the pages of my notebook. Of such careful balance is a good mood made. On that note, it is ironic perhaps that this sketch was made on a page that I was beggining to fill with calculations on Bayesian probability.
Monday, October 11, 2010
Thursday, September 16, 2010
Thursday, September 02, 2010
Bouncies

I've been drawing these bouncy guys for some time now. They just pop up on the borders of my notebooks, usually doing Aikido or gymnastics of some sort. I find the forms really appealing; sometimes they are rounder, sometimes they spread those sleeves and hover around like bats. For some reason I find it relaxing to draw their antics.
Saturday, July 10, 2010
Colored Pencil - copy of Carl Brenders

Making copies is a great way to learn. This is a very small copy (about 10x10 cm) done in colored pencil of a Carl Brenders (gouache?) original. It was pretty fast, maybe around three or four very relaxed hours over two sessions. Most of the trouble it gave me was self-inflicted. I wanted to do the whole thing just with four pencils (caran-d'ache orange, yellow, light blue (though I forgot and used a bit of darker blue on the nose, I think, quite without need), and red, and black for darkening and gray for desaturating. I wanted to prove to a couple of friends that you don't need the convenience colors, as the name implies, you can mix them as long as you have saturated colors, it's the opposite you cannot do - those glowing "neon" colors just can't be made from your payne's gray, burnt umber, sienna, or sap greens, I'm afraid, but the opposite is quite doable, though it will tax your patience (and therefore teach you a lot about your colors).
Oh, and the hairs were done with a blade.
Tuesday, May 18, 2010
Monday, April 12, 2010
Saturday, March 06, 2010
watercolor
Friday, March 05, 2010
Urban Sketchers V - Santa Justa (3)
Urban Sketchers V - Santa Justa (1)


No Sábado passado, debaixo de uma chuvinha desagradável, juntei-me aos Urban Sketchers e fui desenhar nas imediações do elevador de Santa Justa. Aqui estão os resultados. My first official sketchcrawl, even though in point of fact I sketchcrawl all the time. Perdi-me um bocado do resto do pessoal, mas deu para conhecer o Rui (tão perdido como eu), e esbarrar com a Sara quase no final.
Thursday, October 29, 2009
Saturday, October 24, 2009
Wednesday, September 16, 2009
Obras em casa


O Sr. Sabino, que primeiro destruiu e depois reconstruiu a minha casa-de-banho, apanhado em flagrante no acto, e depois a tomar um café no intervalo do almoço. Aprendi umas coisas uteis, e ainda dei uma ajudinha, talvez tenha futuro como servente de pedreiro! :)
ps: houve mais dois envolvidos, mas não os apanhei na mira...
Friday, May 01, 2009
Tendril of Anger

"The old man felt a tendril of anger rising" - Another illustration for Gurney Journey, James Gurney's magnificient blog.
Tuesday, March 03, 2009
Back to our usual programming
Monday, March 02, 2009
Delírios Marxistas II - como lidar com os erros: negação e censura
Vimos no post anterior que o nossos amigos bloquistas eram crédulos e ignorantes. Vemos agora que além disso são desonestos.
Quem seguiu o link que coloquei para o blog do Bloco de Esquerda de Vila Real não encontrou a citação referida. Porquê? Porque o bloqueiro/blogueiro em causa apagou-a sem deixar rasto. Quem estiver interessado ainda a pode encontrar na cache do google. Mas na página do bloco só se encontra isto:
"A anterior frase foi publicada na segunda página de um jornal ucraniano, onde refere que a frase pertence ao segundo volume do Capital... talvez tenham cometido algumas incorrecções na tradução.. :)
A pedido de muitas famílias, a anterior frase foi retirada e colocada outras três para que o tom dos comentários acalme :)"
E com um sorriso o nosso amigo elimina as provas, senão do crime, certamente do embaraço. Em vez de admitir o erro diz agora que a frase veio num jornal Ucraniano. Que exótico, agora lê jornais Ucranianos. Deve lê-los tanto quanto leu o Capital. Curiosamente refere que é na segunda página, mas não refere qual o jornal. É muito util, obrigado. Ah, e vem no segundo volume do capital (quando pela Net esta patranha vem com a data de 1867, que por acaso é a data do primeiro volume - o segundo é bastante mais tardio, foi o Engels que o publicou anos depois da morte do Marx).
Depois afirma ainda que "talvez" tenha "algumas incorrecções na tradução", o que dá muito jeito porque impede qualquer busca. Tanta desonestidade, e feita com tão pouco jeito, só pode causar nojo. Não há mesmo palavras...
Porque não admite, caro senhor, que simplesmente postou uma parvoíce que lhe chegou no email? Que foi enganado. Que nunca sequer pôs os olhos em cima do Capital e que não distingue o Marxismo do Confucionismo. E deixe lá os seus jornais Ucranianos. Chama-se a isso uma retracção. Bastava um comentário informal, tipo "eh, pá, enganaram-me", e pronto - em vez desta limpeza ao estilo das fitas do Nixon. Assim , pela calada, apagou a citação e os comentários. Que eram aliás cómicos e, suponho, embaraçosos. Ao que me lembro um visitante levantara objecções. Logo os defensores da esquerda o estraçalhavam e acusavam de imbecilidade, eles, os conhecedores profundos (hah!) das obras do camarada Marx.
O que nunca chegou a estar no blog foram os dois comentários que enviei a avisar do erro. Ficaram retidos para avaliação do blogueiro, e depois, silenciosamente, foi tudo eliminado com um sorriso, ao estilo tradicional dos estados policiais comunistas. Agradeço-o, torna bastante claro o espírito destes senhores. Se nem uma parvoice destas enfrentam com decência, isso diz muito do que fariam no poder. O senhor mostra grandes qualidades, terá futuro como censor, ou político.
Estes senhores podem não ser Marxistas. Falta-lhes o intelecto para tanto. Mas lá Estalinistas são eles.
post scriptum, escrito bastante depois: e nada disto muda o facto de que eu votei neste partido. Ah, pois, o mundo é complicado. A questão é saber quais são as alternativas em cada momento. E se o partido contém muita gente que me arrepia também é facto que contém algumas das poucas pessoas que fizeram propostas com sentido durante esta crise. Tal como com a CDU, tenho em relação a este partido uma relação de amor-ódio, que vai flutuando de acordo com atitudes parvas, questões de fundo, e com a minha própria evolução pessoal, sempre complicada e cheia de tropeções...em última análise, a minha ira talvez se exalte com demasiada facilidade, e o meu ataque deveria ter sido dirigido mais cirurgicamente, à pessoa específica, seja quem for, que tomou as opções que tomou.
Quem seguiu o link que coloquei para o blog do Bloco de Esquerda de Vila Real não encontrou a citação referida. Porquê? Porque o bloqueiro/blogueiro em causa apagou-a sem deixar rasto. Quem estiver interessado ainda a pode encontrar na cache do google. Mas na página do bloco só se encontra isto:
"A anterior frase foi publicada na segunda página de um jornal ucraniano, onde refere que a frase pertence ao segundo volume do Capital... talvez tenham cometido algumas incorrecções na tradução.. :)
A pedido de muitas famílias, a anterior frase foi retirada e colocada outras três para que o tom dos comentários acalme :)"
E com um sorriso o nosso amigo elimina as provas, senão do crime, certamente do embaraço. Em vez de admitir o erro diz agora que a frase veio num jornal Ucraniano. Que exótico, agora lê jornais Ucranianos. Deve lê-los tanto quanto leu o Capital. Curiosamente refere que é na segunda página, mas não refere qual o jornal. É muito util, obrigado. Ah, e vem no segundo volume do capital (quando pela Net esta patranha vem com a data de 1867, que por acaso é a data do primeiro volume - o segundo é bastante mais tardio, foi o Engels que o publicou anos depois da morte do Marx).
Depois afirma ainda que "talvez" tenha "algumas incorrecções na tradução", o que dá muito jeito porque impede qualquer busca. Tanta desonestidade, e feita com tão pouco jeito, só pode causar nojo. Não há mesmo palavras...
Porque não admite, caro senhor, que simplesmente postou uma parvoíce que lhe chegou no email? Que foi enganado. Que nunca sequer pôs os olhos em cima do Capital e que não distingue o Marxismo do Confucionismo. E deixe lá os seus jornais Ucranianos. Chama-se a isso uma retracção. Bastava um comentário informal, tipo "eh, pá, enganaram-me", e pronto - em vez desta limpeza ao estilo das fitas do Nixon. Assim , pela calada, apagou a citação e os comentários. Que eram aliás cómicos e, suponho, embaraçosos. Ao que me lembro um visitante levantara objecções. Logo os defensores da esquerda o estraçalhavam e acusavam de imbecilidade, eles, os conhecedores profundos (hah!) das obras do camarada Marx.
O que nunca chegou a estar no blog foram os dois comentários que enviei a avisar do erro. Ficaram retidos para avaliação do blogueiro, e depois, silenciosamente, foi tudo eliminado com um sorriso, ao estilo tradicional dos estados policiais comunistas. Agradeço-o, torna bastante claro o espírito destes senhores. Se nem uma parvoice destas enfrentam com decência, isso diz muito do que fariam no poder. O senhor mostra grandes qualidades, terá futuro como censor, ou político.
Estes senhores podem não ser Marxistas. Falta-lhes o intelecto para tanto. Mas lá Estalinistas são eles.
post scriptum, escrito bastante depois: e nada disto muda o facto de que eu votei neste partido. Ah, pois, o mundo é complicado. A questão é saber quais são as alternativas em cada momento. E se o partido contém muita gente que me arrepia também é facto que contém algumas das poucas pessoas que fizeram propostas com sentido durante esta crise. Tal como com a CDU, tenho em relação a este partido uma relação de amor-ódio, que vai flutuando de acordo com atitudes parvas, questões de fundo, e com a minha própria evolução pessoal, sempre complicada e cheia de tropeções...em última análise, a minha ira talvez se exalte com demasiada facilidade, e o meu ataque deveria ter sido dirigido mais cirurgicamente, à pessoa específica, seja quem for, que tomou as opções que tomou.
Delírios Marxistas

O que há de errado com a seguinte citação que anda a circular pela net?
"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado"
Karl Marx, Das Kapital, 1867
O que há de errado é que:
-A linguagem é totalmente errada para o século XIX.
-Qualquer pessoa que tenha lido o Capital sabe que isto não tem nada a ver com o seu conteúdo
É natural: É que esta frase NÂO está no Capital. É uma fraude.
Mas isso não demoveu os comunistas portugueses de espalharem a "citação" por toda a parte. Eu recebi-a duas vezes por email. E anda espalhada por sites oficiais do bloco de esquerda (e.g. esquerda.net e BE de vila real). O que é triste não é que uns tantos comunistas/bloquistas escrevam tais disparates, o que é triste é que nenhum dos vistantes de esquerda desses sites o tenham detectado. Parece que são todos um tanto crédulos (a credulidade extrema é pre-requisito para entrar no partido?), e um tanto ignorantes da sua própria "religião". Pelo visto os nossos comunistas-de-fim-de-semana nunca leram o Capital nem sabem nada da doutrina que espalham por aí. É tão cómico. Imagine-se uma testemunha de Jeová que insiste em pregar a sua fé, mas...nunca leu a Biblia.
Estão à espera do quê, Camaradas? Que alguém faça o filme?
Thursday, February 19, 2009
Monday, January 05, 2009
Some people have a clue
After my previous post it was fun to see this article come up on january 1st, via Reuters, bearing the exact same statement:
"Was whole economy a Ponzi scheme?"
"The financial system as a whole has had the characteristics of a Ponzi scheme if we look at it fundamentally," said Lee, who was very early in warning about deflation.(...)
You can read the rest at the international herald tribune.
"Was whole economy a Ponzi scheme?"
"The financial system as a whole has had the characteristics of a Ponzi scheme if we look at it fundamentally," said Lee, who was very early in warning about deflation.(...)
You can read the rest at the international herald tribune.
Saturday, December 13, 2008
BAIL OUT MADOFF
Turns out Madoff's unfathomable market skillz were just a Ponzi scheme after all. But hey ,what a ponzi scheme! At $50 billion estimate that's the mother of all Ponzies. In fact, I suppose that should make it (wait for it) TOO BIG TO FAIL. Just bail him out already, we must do it to save the economy! After all, you bailed out all the other financial Ponzi schemers, didn't you? Oh, I see the difference: Madoff, once caught, actually admited that what he did was fraud. It was too clearcut to deny, not enough layers of financial magic to trick the eye, no sophisticated financial merry-go-round to camuflage the simple truth. Damn, we can't have that kind of people around. The show is all about suspension of disbelief.
Where has all the money gone? Don't you realize the whole economy was itself a huge Ponzi scheme waiting to blow up? Don't you realize most of the money wasn't real to begin with?
A funny thing is, now that we are convenientely forgetting the trust-the-market mantra to bail out the creeps that got us in this mess, it slips your attention how well true market forces actually work: All this is just a huge flood, the market's way of cleaning out the trash, a wonderful demonstration of the power of its natural ecology. The crisis is doing nothing but exposing all the crap that was hiding under the carpet. Now the bubble has let out a little pus (you think it has blown? think again!) you realize how many of the revered masters of finance were nothing but douchebag schemers who never created a thing in their lives, merely played a zero-sum game to their advantage. They had no skills, not even at their random game, beyond those of a garden variety conman.
I share the same fears as everyone else, but often I think we should have let it all fail, and let the market sort it out. We need catharsis and a dose of reality. Or as a bard once put it: we don't need no water, let the motherfucker burn.
Where has all the money gone? Don't you realize the whole economy was itself a huge Ponzi scheme waiting to blow up? Don't you realize most of the money wasn't real to begin with?
A funny thing is, now that we are convenientely forgetting the trust-the-market mantra to bail out the creeps that got us in this mess, it slips your attention how well true market forces actually work: All this is just a huge flood, the market's way of cleaning out the trash, a wonderful demonstration of the power of its natural ecology. The crisis is doing nothing but exposing all the crap that was hiding under the carpet. Now the bubble has let out a little pus (you think it has blown? think again!) you realize how many of the revered masters of finance were nothing but douchebag schemers who never created a thing in their lives, merely played a zero-sum game to their advantage. They had no skills, not even at their random game, beyond those of a garden variety conman.
I share the same fears as everyone else, but often I think we should have let it all fail, and let the market sort it out. We need catharsis and a dose of reality. Or as a bard once put it: we don't need no water, let the motherfucker burn.
Monday, September 08, 2008
Saturday, September 06, 2008
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